segunda-feira, 17 de agosto de 2015

DESAFIOS | Taylor Swift Book TAG

A Carla da Atmosfera dos Livros desafiou-me a responder à Taylor Swift Book TAG... e aqui estou eu pronta a responder àquela que vai ser a primeira TAG aqui do blogue. 
O objectivo é relacionar algumas músicas da cantora com livros. Vamos a isto!

1.
We Are Never Getting Back Together
Um livro ou saga que iniciou bem, mas depois ficou ruim e você cortou relações. 

Li o Divergent, mas o Insurgent continua na estante e vai ficar por lá durante os próximos tempos. Eu tentei, mas não fiquei fã. Acho que foi por ter lido logo a seguir à trilogia The Hunger Games, que essa sim adorei. Foi muita distopia ao mesmo tempo. 

2. 
Red
Um livro com uma capa vermelha.


 Este foi o último livro que li com capa vermelha. Brutal!

3. 
The Best Day
Um livro que te faça sentir nostálgico.



 Não é um livro. É toda uma série: Harry Potter, sem dúvida! Cresceu comigo e eu cresci com ele. Acompanhou toda a minha adolescência. 

4. 
Love Story
Um livro que tenha um amor proibido.



Sam: “Why do I and everyone I love pick people who treat us like we're nothing?"
Charlie: "We accept the love we think we deserve.”
Acho que diz tudo. ♥

5. 
I Knew You Were Trouble
Um livro que você não conseguiu evitar de se apaixonar pelo bad-boy/vilão.

       

A linha ténue entre ser herói e vilão. 
Ou, como ser vilão mas amado pelo leitor. Tyrion Lannister, palavras para quê!

6. 
Innocent
Escolha um livro que alguém te deu spoiler do final.



Não vou fazer spoiler aqui!

7. 
Everything Has Changed
Escolha um livro com um personagem que cresceu bastante à medida que a história se desenvolveu.

The Evolution of Neville Longbottom - harry-potter Photo

Mais uma vez não é um livro, mas uma série. E a personagem é Neville Longbottom. 
Quem leu Harry Potter sabe do que falo!

8. 
You Belong With Me
Um livro que você está ansioso pelo lançamento.


Estou mais que ansiosa pelo lançamento do quarto número da agora série Millennium. Principalmente por saber se David Lagercrantz corresponderá às altíssimas expectativas que Stieg Larsson criou.

9. 
Forever and Always
Seu casal literário favorito.

 

Claire & Jamie Fraser.
Ainda só li o primeiro dos oito livros da série. 
Que bom que é ter ainda tantos para ler, depois de ter simplesmente amado Outlander.

10. 
Come Back, Be Here
Um livro que não emprestaria de jeito nenhum.



Só porque é um livro muito especial e veio cá para casa com dedicatória.

11. 
Teardrops On My Guitar
Um livro que te fez chorar bastante


aqui deixei a minha opinião sobre este livro. 
O retrato da perda do pai, por José Luís Peixoto, em "Morreste-me": impossível deixar alguém indiferente.

12. 
Shake It Off
Um livro que você ama e não liga para a opinião dos outros sobre ele.


Livros de colorir para adultos no geral, 
os da Johanna Basford e da Millie Marotta em particular!

E é isto. Acho que ficaram a conhecer mais um bocadinho dos meus gostos literários.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

BOOK REVIEW | O Artista da Morte

Título: O Artista da Morte
Autor: Daniel Silva
Editora: Bertrand Editora
Ano: 2008
Páginas: 396


Sinopse: 


Gabriel Allon foi em tempos um importante agente dos serviços secretos israelitas, mas agora só pensa em fugir do seu passado para viver uma vida tranquila como restaurador de arte. É no entanto chamado de regresso às perigosas missões. A agente com quem trabalhará esconde-se por detrás da sua própria máscara de modelo francesa. O seu alvo: um astuto terrorista numa derradeira matança desenfreada, um palestiniano fanático de nome Tariq, que desempenhou um negro papel no passado de Gabriel. Aquilo que começa como uma caça ao homem torna-se um duelo que atravessa o globo e é alimentado pela intriga política e por intensas paixões pessoais. Num mundo onde o sigilo e a duplicidade são absolutas, a vingança é um luxo sem preço e a maior das obras de arte.


Review: 

"O Artista da Morte" é o primeiro da série Gabriel Allon, que conta já com 14 livros.
Esta foi a minha estreia com Daniel Silva e posso dizer que fiquei com vontade de ler a continuação desta série. O formato não é novo, fazendo-me lembrar a escrita e atmosfera conspirativa de Dan Brown e José Rodrigues dos Santos, mas a verdade é que funciona.
Um misto de jogo de espionagem (e contra-espionagem), suspense e informações históricas.

Gabriel Allon vive uma vida dupla enquanto espião e restaurador de arte. O tema da arte é abordado apenas superficialmente, mas ainda assim assume um papel importante. São recorrentes as comparações entre as duas artes: a de restaurar e a de matar. Além disso, assistimos à busca incessante do próprio "restauro" da personagem, após um duro acontecimento do passado que o continua a atormentar. Allon parece capaz de recuperar tudo, menos a si próprio.

O tema central é o conflito entre Israel e a Palestina. O autor dá-nos uma visão das operações da Mossad e do modo como os agentes secretos planeavam e executavam as suas missões. Retrata tudo o que estava envolvido nessas operações, desde as relações político-internacionais até aos mais básicos conselhos de espionagem. As ideologias, as crenças, tudo é escrutinado (de ambas as partes) de forma interessante e informativa.

Por vezes senti-me um pouco perdida: ora estamos em França, ora em Inglaterra, Holanda, Palestina ou nos EUA. E até em Portugal! Uma das curiosidades é que uma pequena parte deste livro se desenrola em Lisboa, com um palestiniano a comparar o Bairro Alto com Beirute dos velhos tempos. É sempre um orgulho ver Portugal presente em obras de autores estrangeiros.

A escrita é simples, o ritmo de leitura rápido, como se pede a um livro deste tipo, sempre envolto em clima de mistério, conspiração e intriga. Gostei. Não é fenomenal, mas cumpre o propósito: entretém. Admira-me que ainda não tenha sido adaptado ao cinema.

Classificação:

domingo, 9 de agosto de 2015

INSPIRAÇÃO | 100 Dias Sem Medo






Enfrentar 100 medos em 100 dias. 
Um medo por dia. 

Michelle Poller está há 86 dias a enfrentar os seus medos, um a um. 
O projecto 100 Days Without Fear está a tornar-se viral na internet e a inspirar outros a seguir o exemplo. 

Da sua lista contam já como superados medos tão díspares quanto conduzir sozinha à noite, posar nua numa aula de desenho, colocar um piercing, passar um dia sem telemóvel, segurar uma tarântula, e até fazer depilação brasileiraA lista é longa e está em constante construção. 

Para cada medo superado a jovem venezuelana cria um vídeo, conta-nos como foi a experiência e preenche um emoji-meter, uma espécie de medidor do medo antes, durante e depois da experiência. 

O que é certo é que Michelle já superou o seu medo número 43: ser viral. 
O projecto está a inspirar milhares de pessoas em todo o mundo a sentirem-se poderosas e destemidas superando os seus maiores receios. 

Sem dúvida um projecto desafiante a seguir atentamente, aqui!

Quanto a nós, aqui fica um conselho: 

Fonte: https://www.pinterest.com/pin/356488126731083276/

sábado, 8 de agosto de 2015

BOOK REVIEW | O Bom Inverno



Título: O Bom Inverno
Autor: João Tordo
Editora: Dom Quixote
Ano: 2010
Páginas: 292

Sinopse: 
"Quando o narrador, um escritor prematuramente frustrado e hipocondríaco, viaja até Budapeste para um encontro literário, está longe de imaginar até onde a literatura o pode levar. Coxo, portador de uma bengala, e planeando uma viagem rápida e sem contratempos, acaba por conhecer Vincenzo Gentile, um escritor italiano mais jovem, mais enérgico, e muito pouco sensato, que o convence a ir da Hungria até Itália, onde um famoso produtor de cinema tem uma casa de província no meio de um bosque, escondida de olhares curiosos, e onde passa a temporada de Verão à qual chama, enigmaticamente, de O Bom Inverno. O produtor, Don Metzger, tem duas obsessões: cinema e balões de ar quente. Entre personagens inusitadas, estranhos acontecimentos, e um corpo que o atraiçoa constantemente, o narrador apercebe-se que em casa de Metzger as coisas não são bem o que parecem. Depois de uma noite agitada, aquilo que podia parecer uma comédia transforma-se em tragédia: Metzger é encontrado morto no seu próprio lago. Porém, cada um dos doze presentes tem uma versão diferente dos acontecimentos. Andrés Bosco, um catalão enorme e ameaçador, que constrói os balões de ar quente de Metzger, toma nas suas mãos a tarefa de descobrir o culpado e isola os presentes na casa do bosque. Assustadas, frágeis, e egoístas, as personagens começam a desabar, atraiçoando-se e acusando-se mutuamente, sob a influência do carismático e perigoso Bosco, que desaparece para o interior do bosque, dando início a um cerco. E, um a um, os protagonistas vão ser confrontados com os seus piores medos, num pesadelo assassino que parece só poder terminar quando não sobrar ninguém para contar a história." 

Review:
Quando se geram grandes expectativas têm-se as maiores desilusões.
Este foi o primeiro livro que li de João Tordo e acho que não comecei da melhor maneira. O livro não prendeu a minha atenção, de todo.  Achei interessante ser um livro sobre escritores, mas tudo o resto não cativou.
A história não surpreende e chega até a ser monótona e enfadonha.
Acho que a trama deixa demasiadas pontas soltas, num fim precipitado e confuso.

Mas nem tudo é mau. Destacam-se os diálogos metafísicos de Bosco, esses sim capazes de captar toda a nossa atenção. Verdadeiramente surpreendentes e demonstradores da riqueza e profundidade da personagem, quando nada o fazia prever.

Queria tanto ter gostado deste livro. 
Vou dar uma nova oportunidade a João Tordo... mas não tão cedo!


Classificação:

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

OUTRAS CONVERSAS | Publicidade criativa

Em: http://shifter.pt/2015/07/a-maquilhagem-da-bonita-modelo-desta-capa-pode-ser-removida-com-um-lenco/


Quando a publicidade é original e criativa merece ser partilhada.

E sim, esta é o que parece: a maquilhagem da modelo desta capa de revista pode ser removida com um lenço de remoção de maquilhagem. 
É desta forma que a marca Neutrogena publicita o seu produto Deep Clean, oferecido com a revista. A criatividade ficou a cargo da agência de publicidade DM9DDB e permitiu "uma experiência única para mais de 25 mil assinantes da revista Caras", no Brasil. 

A prova de que ser criativo e inovar é sempre possível.  

sábado, 1 de agosto de 2015

BOOK REVIEW | Morreste-me


Título: Morreste-me
Autor: José Luís Peixoto
Editora: Quetzal
Ano: 2000
Páginas: 64

Sinopse: 
"Morreste-me, texto que deu a conhecer o jovem escritor José Luís Peixoto, é uma obra intensa, avassaladora e comovente: é o relato da morte do pai, o relato do luto, e ao mesmo tempo uma homenagem, uma memória redentora.
Um livro de culto há muito tempo indisponível no mercado português." Quetzal


Review:
Absolutamente arrebatador.
Escrita sublime e tão repleta de sentimento. Tão poética. 
Invadimos o mais íntimo do autor, mas ele também nos invade. Acorda em nós o medo da dor, da doença, da morte e do imenso vazio que fica nos que amam os que partem.

Não se deixem enganar pelo seu formato pequeno e pelas poucas páginas que o compõem. Desenganem-se os que pensam que não vai marcar o leitor por não lhe dedicar muito tempo. Este livro é um portento de emoções e deixa sérios estragos por onde passa. Arrebata-nos a alma de uma forma poderosa e intensa. Chega a ser um livro doloroso de ler e, acredito que para muitos, assustadoramente familiar. 

Fica claro o talento irrepreensível de José Luís Peixoto em transpor sentimentos tão duros e dolorosos, até mesmo violentos, em palavras. Se esta é a sua primeira obra, fica sem dúvida a vontade de ler mais e mais deste autor.


Classificação: